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Morte de vereadora levou às ruas o pedido por um direito ainda mais básico — mas que ainda não é garantido a todos

#MariellePresente: a vereadora do PSOL, quinta mais votada do Rio, ficou conhecida pela luta pelos direitos de mulheres e população negra (Foto: Mídia Ninja)

Esta semana, um crime chocou o país e levou multidões às ruas. Na quarta-feira (14), Marielle Franco, vereadora do PSOL, foi assassinada na região central do Rio de Janeiro.

Dias antes, a política, que havia se tornado relatora da comissão destinada a acompanhar a intervenção federal,  havia criticado a violência policial na comunidade do Acari, no Rio.

A principal hipótese, levantada pela polícia e defendida por organizações e ativistas de direitos humanos, é de que Marielle tenha sido executada. A Polícia Civil descobriu que a munição utilizada é de lotes vendidos para a Polícia Federal.

Mulher, negra, LGBT e moradora da comunidade da Maré, a vereadora era bastante atuante na luta por direitos humanos e pelo combate a desigualdades, sobretudo de gênero e raça.

Após a sua morte, manifestantes foram às ruas por um direito ainda mais básico, mas que ainda não é garantido a uma parcela da população: a Causa da Semana é DIREITO À VIDA.

Além de Marielle, seu motorista Anderson Gomes também foi baleado e morreu no local. Os crimes causaram indignação e levaram manifestantes às ruas por todo o país. No Twitter, era o assunto mais comentado, com 289 mil publicações sobre o tema.

Além de “Marielle, presente”, atos também levantaram questionamento que a vereadora havia feito dias antes de sua morte a respeito da violência contra jovens das comunidades cariocas.

O secretário de Segurança Pública, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, afirmou que os responsáveis têm de ser encontrados rapidamente.

Nesse momento, o país pede justiça em relação ao caso. Mas, mais do que isso, que as mensagens deixadas por Marielle sejam ouvidas e crimes como esse deixem de acontecer.

 

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