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A Causa da Semana levou Macron ao médico. Saiba qual é

Emmanuel Macron faz o teste rápido de HIV: infecção ainda gera dúvidas e preconceito (Imagem: Getty / MATT DUNHAM)

Esta sexta-feira é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids – e por isso elegemos o combate à síndrome como a Causa da Semana.

A data é simbólica por abordar um tema que ainda é tabu. Como o contato sexual é o principal meio de infecção, os esforços de prevenção e conscientização são extremamente tímidos em sociedades tradicionais.

Pelo Facebook, o presidente da França, Emmanuel Macron, lembrou a data.

Nesta sexta-feira, 1, a ONU divulgou um relatório apontando que menos da metade dos homens infectados com o HIV no mundo está em tratamento. Em países africanos, só um quarto dos homens com o vírus recebe tratamento.

Também nesta sexta-feira, o Ministério da Saúde divulgou relatório apontando que houve aumento de 4,1% nos registros de HIV no Brasil em 2016 em relação ao ano anterior.

O número de casos de Aids (que é quando o paciente adoece por causa do aumento da carga viral) caiu levemente no ano passado.

Já os casos de mortes por doenças relacionadas à Aids caiu pela metade desde 2005.

Está aí um detalhe que ainda não fica claro para boa parte da população. Nem toda pessoa infectada com o vírus HIV é portadora de Aids. A Aids, portanto, não é uma doença, mas a manifestação sintomática do vírus. Para marcar o Dia Mundial, o portal de notícias G1 divulgou um especial com mitos e verdades sobre o tema.

A disseminação da informação é a principal ferramenta para combater um dos principais problemas relacionados à Aids: o preconceito. Com o avanço dos tratamentos – hoje em dia é possível inclusive ter acesso à métodos de controle pós-exposição –, a infecção por HIV deixou de ser uma condição irreversível.

Acesso à informação é o que não falta. No Youtube, canais como os dos atores Gabriel Comichioli e Gabriel Estrela atraem dezenas de milhares de seguidores. Por lá, eles falam sobre o dia a dia do tratamento e os desafios de falar sobre a síndrome. Acompanhar suas histórias é uma boa maneira de entender – sem preconceitos – a rotina de um portador do vírus nos dias de hoje.

Cause

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