Por que existem e o que defendem as empresas cidadãs

Na edição especial deste mês do portal Jornalistas&Cia, nosso sócio-fundador, Rodolfo Guttilla, comenta sobre a importância de um encontro verdadeiro entre o propósito de uma empresa e as demandas da sociedade. Confira a matéria.

Veículo: Jonalistas&Cia

Processos e riscos
Ingredientes locais, como a abertura política e a chegada de novos atores, somaram-se aos mais globais, a exemplo da popularização das redes sociais a partir da universalização do smartphone, e também contribuíram para o cenário atual. Entre as décadas de 1980 e 1990, o País viu a revitalização da sociedade civil, com maior atividade de sindicatos, associações de classe e ONGs, uma série de novos interlocutores limitando a possibilidade de as empresas olharem apenas para dentro de si.

“Foi necessário trazer mais gente para o diálogo. O consumidor também entrou na festa, a partir do Código de Defesa do Consumidor e hoje, das redes”, diz Rodolfo Guttilla, fundador da Cause, agência especializada em marketing de causas. Ela tem entre seus clientes o Instituto C&A – com o qual colaborou na mudança de foco, de educação para mitigação de impacto social em sua cadeia de valor – e o empreendedor social Rodrigo Baggio, fundador do Comitê para a Democratização da Informática (CDI) e hoje por trás da Recode, voltada a ajudar jovens em situação de vulnerabilidade a reprogramarem a própria vida por meio de plataformas digitais como Bala Perdida, que aponta zonas de risco.

Para Rodolfo, a causa coloca-se no cruzamento entre o propósito, ou a essência de uma organização, e as demandas da sociedade. “A organização deve olhar para si, identificar seu propósito, ou a serviço do quê está, e abraçar uma causa relacionada a ele”, diz. Além disso, o processo deve levar em conta um olhar para si e para o mundo, em um exercício coletivo e compartilhado com todos os seus stakeholders, que permita alcançar o estágio de advocacy, ou a defesa de interesses públicos.

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