Empresas que ajudam a combater a fome e a pobreza têm mais engajamento com os clientes

Oito em cada dez brasileiros dizem preferir empresas que apoiam causas, diz um estudo encomendado ao Instituto Ipsos pela consultoria Cause, ESPM e Instituto Ayrton Senna. Segundo a pesquisa, 77% dos entrevistados aceitam o marketing de causa ― que contribui para a melhoria do mundo. “Aderir a uma causa é, hoje, muito mais do que uma mera ação de marketing”, diz Maianí Machado, diretora de reputação corporativa da Ipsos.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos pela consultoria Cause, ESPM e Instituto Ayrton Senna mostrou que as empresas precisam gerar impacto positivo na sociedade

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Oito em cada dez brasileiros dizem preferir empresas que apoiam causas, diz um estudo encomendado ao Instituto Ipsos pela consultoria Cause, ESPM e Instituto Ayrton Senna. Segundo a pesquisa, 77% dos entrevistados aceitam o marketing de causa ― que contribui para a melhoria do mundo. “Aderir a uma causa é, hoje, muito mais do que uma mera ação de marketing”, diz Maianí Machado, diretora de reputação corporativa da Ipsos.

A pesquisa foi realizada em setembro deste ano com 1.200 brasileiros de classe A, B e C. O resultado mostrou que as empresas precisam gerar impacto positivo na sociedade. As causas mais citadas entre os entrevistados foram: “combater a fome e a pobreza (79%), proporcionar água potável e saneamento básico para todos (69%) e oferecer educação e oportunidades de aprendizagem (63%)”, diz a pesquisa.

Os consumidores afirmaram que se sentem motivados a aderir também a causa se a ação for divulgada na mídia (71%); se o valor do produto não for aumentado (70%); a ação precisa ser alinhada aos valores da empresa (66%); ser conduzida por uma marca que o entrevistado confia (65%); ser apoiada por uma ONG reconhecida (59%); ser recomendada nas redes sociais (59%); beneficiar uma causa que seja importante ao entrevistado (58%); ser conduzida por uma marca que o entrevistado admira (51%); precisa ser recomendada por amigos/familiares (49%); precisa ser apoiada por uma pessoa famosa (37%).

Além disso, os entrevistados disseram que as marcas precisam impactar a cadeira de valor. Reduzindo o impacto ambiental (58%); promovendo campanhas de doações (39%); garantindo direitos de homem e mulher (33%); ter programas de diversidade e inclusão (30%).


Publicado originalmente na Época Negócios.